Sumisss, Blog de Mídia, Publicidade, Comunicação, Entretenimento, Idéias. Os posts até Jan 2009 foram originalmente postados no Blog Santa Mídia. Luiz T. Sumida
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10 de jun. de 2011
Where Good Ideas Come From?
Achei esse video o máximo (promo da livro do Where good Ideas Come From? de Steven Johnson), por que é muito inspirador e reflete o que acredito: que ninguém faz nada sozinho, mas acontece através de contribuições que ocorrem ao longo o tempo, minutos ou décadas, em laboratórios ou cafés, por cientistas ou barbeiros, mas que vai gerando um "caldo" que pode-se vir a se transformar numa daquelas idéias que podem revolucionar uma época... Acho muito esquisito aquelas idéias herméticas e assinadas, ou ainda aqueles copy/pastes (como estou fazendo isto aqui) com zero contribuição a uma idéia que alguém. Este video mostra o quão valioso é ouvir, ler e dar uma passo adiante e publicar para que alguém faça o mesmo, uma corrente de idéias do bem...
30 de mai. de 2011
Eficiencia e Eficácia - do ponto de vista da mídia
À primeira vista o procedimento mais simples seria a busca da Eficiência, que seria do fazer uma coisa a um valor mais baixo possível onde o Custo Por Mil parece ser o exemplo mais banal, comprar mil exposições a um custo mais baixo, boa parte das vezes execrado pelos mídias, não pela compra barata mas por tratar a sua principal matéria prima do mídia como se fosse mercadorias sem nenhuma diferenciação, um "commodity". De outro lado, está a Efícácia cujo significado está ligado a procedimentos que trazem os resultados desejados, tipo Causa & Efeito: tomou Doril a dor sumiu!!! ou veiculou no jornal "X", vendeu!
Não precisamos muito esforco para saber que os melhor dos mundos é a Eficácia juntinho com a Eficiência.
Um dos processos mais questionados é a compra "seca" pelo ranking CPM ou Custo 1%. E porquê? Justamente por estar desassociado dos resultados ou da eficácia. É ai que mora o problema, verificar o que funciona e o que náo funciona não é tào simples quanto um calculo de CPM. Exige uma leitura mais ampla do processo pois a responsabilidade da mídia náo se fecha em si mesmo, mas no ciclo completo do marketing.
Não precisamos muito esforco para saber que os melhor dos mundos é a Eficácia juntinho com a Eficiência.
Um dos processos mais questionados é a compra "seca" pelo ranking CPM ou Custo 1%. E porquê? Justamente por estar desassociado dos resultados ou da eficácia. É ai que mora o problema, verificar o que funciona e o que náo funciona não é tào simples quanto um calculo de CPM. Exige uma leitura mais ampla do processo pois a responsabilidade da mídia náo se fecha em si mesmo, mas no ciclo completo do marketing.
29 de mai. de 2011
Medidas de contato e consumo
Métrica Penetração de Mídia, traduz contatos, com pouca informação de consumo em forma de tempo exposição - muito importante na Comunicação e Aprendizado. Por exemplo, uma determinado segmento de público possui o receptor de um meio, mas que determinadas características seus contatos não são meio intensos. Conclusão, apesar de penetração elevada, no momento que você veicula seus anúncios ele não vai estar lá para receber, mal né?... As métricas que vão te permitir melhorar suas chances "alcançar" seus consumidores são aquelas que consideram o transcorrer e não um ponto na linha do tempo. Isto náo quer dizer que o tempo em si seja referência única, um dia vamos falar sobre isso. Embora importante, o tempo pode ter a companhia do tempo, relevância etc.
27 de mai. de 2011
Penetracao - esta métrica parece que se esvaziou
...
A métrica Penetraçao, que indica o potencial de atingimento dos meios dentro de um determinado período, religiosamente usado nos planos estratégico de mídia, como uma promessa ou dna de um meio, perde sua consistência quando sua análise desce a nível de veículos. Meios que parece com características populares, apresentam veículos fortemente segmentados contrariando os argumentos que estão suportando a estratégia. Se isto pode ser uma verdade para mídias de massa, imagine o que ocorre quando se manuseia meios segmentados. Não é a falência total mas cada vez mais precisa de um help de outras métricas. continua
A métrica Penetraçao, que indica o potencial de atingimento dos meios dentro de um determinado período, religiosamente usado nos planos estratégico de mídia, como uma promessa ou dna de um meio, perde sua consistência quando sua análise desce a nível de veículos. Meios que parece com características populares, apresentam veículos fortemente segmentados contrariando os argumentos que estão suportando a estratégia. Se isto pode ser uma verdade para mídias de massa, imagine o que ocorre quando se manuseia meios segmentados. Não é a falência total mas cada vez mais precisa de um help de outras métricas. continua
25 de jul. de 2010
Guerrilha ainda vai chegar por aqui...

Guerrilha, afinal por que não existe no Brasil??? Conheço pouco o assunto mas acho que é claro que existe mas são não é relevante ou não é tido como relevante no mercado. Um pouco, pode ter a ver com a maturidade do mercado (ainda não chegamos lá?), a natureza do nosso mercado (concentrado e pulverizado) e também por que nossa publicidade ainda funciona bem (eu acredito no que escrevi no post anterior...Mas também acredito que não se deve excluir ações que gerem diferenciações em tempo e espaço diverso da mídia.
20 de jul. de 2010
Porque será que a nossa TV funciona mais???

Quando vejo os breaks em alguns países, penso nas conseqüência de se considerar espaço de mídia como “commodity”, comprando comerciais aos montes, a custo menor possível, sem dar a mínima para conteúdo ou afinidade. Consequência...comerciais para crianças em intervalos de programas Adultos ou vice versa... a ausência de cuidados e gera fatalmente baixo interesse da audiência ao break comercial. Tem alguma dúvida que isso interfere na eficiência da mensagem e logo na eficiência do meio?
28 de mai. de 2010
18 de mai. de 2010
E aí? ROI ou não roi?
Gostei muito da palestra do Marco Nunes da Coca-Cola, que anuncia uma maior flexibilização do pessoal gestão de compras ("procurement") em relação aos aspectos qualititavos da compra de mídia. Apesar de isso ser realidade em algumas ilhas, não é o que prevalece no arquipélago. Mas o que gostei mais na palestra foi que não se focou no indices de ROI, mas no diagnóstico do processo. O que achei triste é que as agências ainda estão fora da discussão, ou fazem de conta que não viram o bife.
17 de mai. de 2010
Apos 17 meses a inspiração
Foram quase um ano e meio sem postar nada neste blog. Pensando numa razão, além da preguiça, vejo que coincidiu com o período de trabalho na Zmais, agência que tive o máximo prazer em trabalhar, e reencontrei velhos amigos e fiz novos e grandes amigos. Como sempre fui aberto a novas idéias, esse periodo foi riquíssimo em novos aprendizados, mas que infelizmente, desculpem, seu discurso não coincidiram 100% e que aparentemente não se interessaram no eu mais poderia contribuir no processo, afinal foram anos dedicados análise de processos de eficiência e Retorno de Investimento. Não é culpa de ninguém... eu é que estou ficando velho.
11 de set. de 2009
Algoritimos para apimentar o CPM

Este trabalho obteve o 3o lugar no Premio de Mídia Estadão 2009 na categoria Monografia de Pesquisa. Trata-se de um ensaio sobre inclusão de variáveis qualitativas no estudos de rentabilidade aplicáveis nos sistemas de implementação de mídia do mercado brasileiro. Qual sua utilizadade? Normalmente os sistemas de mídias geram programações automáticas que raramente são utilizadas por que geram linearmente programações baseadas no CPM puro, na maioria dos casos. O ensaio sugere ponderações com índices de afinidades com diferentes padrões.
Algoritimos Para Apimentar O Cpm
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Slide Share da Monografia Indice de Visibildiade de Futebol
ESta monografia obteve o 1o lugar e o Grand Prix de Monografias do Premio de Mídia Estadão de 2008. Para quem ainda não viu, está publicado no Slideshare.
Indice Visibilidade de Futebol
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15 de jul. de 2009
Ameaças ao modelo vigente...
O surpreendente não seria acompanhar a queda de um império em um reality show. O previlégio de alguns poderá ser o de ter podido acompanhar no decorrer de uma vida uma versão real da "A ascenção e queda do Império Romano". Historinha de um modelo que baseado na indústria, que enricou, passou a bola pros-subs, e pousou de uma "sociedade de serviços". Só que a coisa parece fazer água!!! Vem a internet como facilitador das trocas de idéias, democratiza conhecimentos e banaliza a tecnologia... como o "bottom line" é a entrega do "siviço" pelo menor preço e bilhões de pessoas apareceram do nada, todas predispostas a entregar um serviço "quase" igual ao dos inventores do modelo, onde tem um punhado de camaradas para pensar e paga um monte de gente pra dar palpites...Cabeça demais né???É...acho que estou entre eles...
14 de jul. de 2009
Renovar para competir.
As recentes e algumas nao tão recentes trocas de profissionais de todas as áreas das agências de publicidade e específicamente de mídia, deixa claro um grande movimento de renovação. De muitas facetas: o que abordamos hoje, a mais evidente é a econômica ou seja "crise" desencadeou um processo geral na economia (não especificamente de marketing) onde se repensa todos os valores econômicos em função de um desbalanceamento provocado por enfraquecimento gradativo do mercados tradicionais em detrimento a alguns novos mercados, agravados pela falta de liquidez também nos mercados mais desenvolvidos. É a massa em desenvolvimento avançando oferecendo preços melhores para resultados semelhantes. So, a ordem é baixar os custos: clips, energia, salários, infraestrutura, idéias, etc. É um caminho!!!Vamos entender e aproveitar as oportunidades.
19 de jun. de 2009
Muito boa!!!!
Esta me foi passada pelo Zézito!É the big boss!!!
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21 de mar. de 2009
O racional e o Intuitivo
Já postei este video anteriormente no Santa Mídia, mas agora achei um versao com legendas em português. Muito interesssante para aqueles que acreditam e também para os que nao acreditam nas capacidasdes incríveis de nosso cérebro. Eu tomei contato com isso nas minhas aulas de pintura (veja no blog "Meu lado B"), onde dependendo do que se vai realizar tenta ativar funçoes específicas dos hemisférios...é viagem? Pelo menos pra mim ajuda muito inclusive no meu trabalho. Veja o video é muito interessante!!!!!
PARA PARTE 2 DO VIDEO clique no link: http://www.youtube.com/watch?v=thWwpYNN3-A
PARA PARTE 2 DO VIDEO clique no link: http://www.youtube.com/watch?v=thWwpYNN3-A
2 de fev. de 2009
O lado A e o lado B da Mídia

Quando escrevia os posts anteriores, dessa série relacionadas ao tema sistema GRP (lá do tempo do Santa Mídia), tive que fazer um esforço muito grande para não misturar estações... É muito estranho mas o pensamento do sistema GRP não se mistura ao pensamento mais qualitativo. É um raciocínio tipicamente de contadores. Quanto alcanço? Quantas vezes? Por quanto?. Não sou contra isso, o problema é que também não sou só isso. Como a maioria consigo diferenciar valores entre tarde e fim da noite, filme e novela, etc. Os números mostram que são iguais mas será seus resultados são iguais?. E é aí que mora o perígo: se fecharmos os olhos e deixarmos somente um software "Lado A" decidir por você, e esquecer as considerações do "Lado B" podemos estar omitindo questões que até pouco tempo, era um discurso de quem não tinha para entregar. Sei lá, parece que mundo está mudando...
11 de dez. de 2008
GRP (6) - não viu por que viu pouco ou muito!

Este é o último post da série “GRP”. Não que o tema esteja esgotado, na verdade, mas e vcs é que estamos esgotados. Vamos botar foco na eficácia/eficiência no conceito de A&F (alcance e frequência).
Ao colocar no ar um campanha, algumas pessoas são subexpostas ou superexpostas.
Por que sub-expostos?: grupo descartado por que foram expostos com frequência insuficiente para assimilação da mensagem.
Super-expostos? Nem sempre é considerada, mas é a parcela descartada por que viram tantas vezes que passam a ter atitudes negativas a campanha ou simplesmente porque considera-se que essas exposições adicionais é desperdício de recursos.
Cobertura eficaz? entenda-se como grupo de pessoas que estão dentro dentro de intervalo desejável de frequencia (por critérios diversos).
Eficiência (melhor resultado com menor esforço): Dentro deste conceito, programações com muitos subexpostos e superexpostos jogam dinheiro jogado fora, ou sejam são ineficientes. A continha é simples: Custo da Programação / Alcance Eficaz.
Há controvérsias? Muitas, mas uma que vale falar é a teoria do recency, já meio esquecido hoje em dia, mas está entranhado na nossa cultura de mídia, vira e mexe volta disfarçado. Simplificando, diz-se que o impacto mais próximo (no tempo) do momento da compra é mais eficaz, e que, como tem sempre consumidor comprando, a produto deve estar no ar sempre que possível. Interessante e tem tudo a ver, pois reduz o efeito da desmemorização. No entanto na implementação do “pouco mas sempre”, os volumes e a qualidade dos TRPs podem baixar tanto a ponto de comprometer o Alcance.
Existem outros jeitões mais interessantes mas complexos de se fazer, mas por enquanto ficamos por aqui...
4 de dez. de 2008
GRP (5) e Frequência: simples pero no mucho
Frequencia é o número de exposiçao a uma mensagem. Simples, certo? Fácil de entender mas dificil de chegar. Por envolver aprendizado a coisa complica. Aliás, se tem uma área cinza na mídia, ela mora aqui. Um coisa é a frequência média. Esta é uma referência do tripé que define os volumes de TRPs, mas tem importância relativa, pelo fato de ser média e podendo traduzir pouco se a dispersão for alta.
A complexidade fica por conta do aprendizado pois depende de muitas variáveis: quem tá falando, linguagem, canal, tempo, espaço, quem está recebendo a mensagem, etc . Então o xis da questão é a Frequência Eficaz, que é o número de exposições necessárias para sua mensagem ser compreendida? Verdade...Ter esse número seria o máximo. mas não ficaria alegrinho, pois a complexidade dos envolvidos na questão (emissor, mensagem, canal, receptor) é tanta que usualmente, a resposta se apresenta em forma de uma série de perguntas relativas a variáveis de mercado, mensagem, marca, etc, que após uma série de ponderações vai te gerar um resultado, as vezes questionado pelo alto envolvimento do operador no resultado. Mas isso não vem ao caso. A pergunta de milhão de dólares: qual é o ponto ótimo de repeticão vs. Alcance e que traz os melhores resultados com menos recursos. Essa é a resposta vocês não verão no próximo post!!!
A complexidade fica por conta do aprendizado pois depende de muitas variáveis: quem tá falando, linguagem, canal, tempo, espaço, quem está recebendo a mensagem, etc . Então o xis da questão é a Frequência Eficaz, que é o número de exposições necessárias para sua mensagem ser compreendida? Verdade...Ter esse número seria o máximo. mas não ficaria alegrinho, pois a complexidade dos envolvidos na questão (emissor, mensagem, canal, receptor) é tanta que usualmente, a resposta se apresenta em forma de uma série de perguntas relativas a variáveis de mercado, mensagem, marca, etc, que após uma série de ponderações vai te gerar um resultado, as vezes questionado pelo alto envolvimento do operador no resultado. Mas isso não vem ao caso. A pergunta de milhão de dólares: qual é o ponto ótimo de repeticão vs. Alcance e que traz os melhores resultados com menos recursos. Essa é a resposta vocês não verão no próximo post!!!
29 de nov. de 2008
O GRP burocrático (4)
Continuação...
No post anterior comentamos uma opção de Alcance Restrito usando o racional do sistema GRP. Muitas alternativas para sair do lugar podem ser estruturadas. Entender e acreditar é essencial. Quando passar acreditar, bote suas fichas nele. Duas meias estratégias podem não ter valor de uma.
Quando montamos programações baseado em otimizadores e montão de ferramentais sofisticadíssimos mas resultam em alternativas óbvias, que as nossas mães fariam igualzinho com seu know-how adquirido assistindo TV, é o que chamamos de a "Mídia da Mãe", que aliás é muito boa! Só que não é a solução pra tudo! O Sistema GRP, como qualquer dessas ferramentas que pode ser usado apenas como um procedimento burocrático, onde se multiplica "X" por "Y" sabendo-se que vai dar "Z" ou na busca de um raciocínio relevante. Fórmulas, fórmulas, fórmulas... entenda... mas não se esconda atrás delas, o mal não está na perenidade da fórmula mas no engessamento de sua aplicação, que deveria evoluir para acompanhar a tecnologia, os consumidores e ambiente de mídia.
No post anterior comentamos uma opção de Alcance Restrito usando o racional do sistema GRP. Muitas alternativas para sair do lugar podem ser estruturadas. Entender e acreditar é essencial. Quando passar acreditar, bote suas fichas nele. Duas meias estratégias podem não ter valor de uma.
Quando montamos programações baseado em otimizadores e montão de ferramentais sofisticadíssimos mas resultam em alternativas óbvias, que as nossas mães fariam igualzinho com seu know-how adquirido assistindo TV, é o que chamamos de a "Mídia da Mãe", que aliás é muito boa! Só que não é a solução pra tudo! O Sistema GRP, como qualquer dessas ferramentas que pode ser usado apenas como um procedimento burocrático, onde se multiplica "X" por "Y" sabendo-se que vai dar "Z" ou na busca de um raciocínio relevante. Fórmulas, fórmulas, fórmulas... entenda... mas não se esconda atrás delas, o mal não está na perenidade da fórmula mas no engessamento de sua aplicação, que deveria evoluir para acompanhar a tecnologia, os consumidores e ambiente de mídia.
26 de nov. de 2008
Respire, reflita e use bem seus GRPs (3)
Continuação...
O Sistema GRP é o processo que gera aqueles volumes de GRP, que são parametros para de montar os mapas de programação ou dos Xs. Geralmente outros de parametros são obedecidos, do tipo "diurno vs noturno" combinado com genero de programas e rentabilidade, para se chegar nas metas de Alcance, Frequência Média e da verba.
O Sistema GRP é sustentado por dois pilares: Alcance (Quantos consumidores vc quer alcançar) vs. Frequência Média (Quantas vezes quer falar com eles). Ao definir estas 2 variáveis, está se definindo o volume de pontos brutos de audiência ou Gross Rating Point ou GRP. Exemplo: para uma objetivo de Alcance : 80% x Freq. Média: 5 vezes é necessário 400 TRPs, ou seja normalmente ele é resultante de suas ambições em relação aos resultados de sua campanha.
Consideração: No planejamento de mídia, o TRP pode ser usado com características de commoditties, onde seu preço é definido por mercado/target independente do mix de programas.
Diante disso, antes de começar encher o mapa de x, respire e reflita diante de suas possibilidades ou sua meta... com uma verba definida você pode falar com pouca gente menos vezes (ex: 10 inserções em programas de 40% de audiencia = 400 GRPs) ou falar com pouca gente mais vezes (100 inserções de 4% de audiencia = 400 GRPs). Você decide!
Por muito tempo, o mundo buscou alcances elevados. ACho que tem menos riscos. Buscar Coberturas Baixas é arte e pode ser eficiente, vale buscar nos tempos de vacas magras ou gordas... Aliás milhares de pequenos anunciantes o fazem muito bem, com horários e canais alternativos, emissoras de rádios ou outros meios nem sempre lembrados. Mas a verdade é que todo mundo gosta de fazer xis na Novelas das 20, até eu. Mas isso é um outra história pro proximo post... Continua...
O Sistema GRP é o processo que gera aqueles volumes de GRP, que são parametros para de montar os mapas de programação ou dos Xs. Geralmente outros de parametros são obedecidos, do tipo "diurno vs noturno" combinado com genero de programas e rentabilidade, para se chegar nas metas de Alcance, Frequência Média e da verba.
O Sistema GRP é sustentado por dois pilares: Alcance (Quantos consumidores vc quer alcançar) vs. Frequência Média (Quantas vezes quer falar com eles). Ao definir estas 2 variáveis, está se definindo o volume de pontos brutos de audiência ou Gross Rating Point ou GRP. Exemplo: para uma objetivo de Alcance : 80% x Freq. Média: 5 vezes é necessário 400 TRPs, ou seja normalmente ele é resultante de suas ambições em relação aos resultados de sua campanha.
Consideração: No planejamento de mídia, o TRP pode ser usado com características de commoditties, onde seu preço é definido por mercado/target independente do mix de programas.
Diante disso, antes de começar encher o mapa de x, respire e reflita diante de suas possibilidades ou sua meta... com uma verba definida você pode falar com pouca gente menos vezes (ex: 10 inserções em programas de 40% de audiencia = 400 GRPs) ou falar com pouca gente mais vezes (100 inserções de 4% de audiencia = 400 GRPs). Você decide!Por muito tempo, o mundo buscou alcances elevados. ACho que tem menos riscos. Buscar Coberturas Baixas é arte e pode ser eficiente, vale buscar nos tempos de vacas magras ou gordas... Aliás milhares de pequenos anunciantes o fazem muito bem, com horários e canais alternativos, emissoras de rádios ou outros meios nem sempre lembrados. Mas a verdade é que todo mundo gosta de fazer xis na Novelas das 20, até eu. Mas isso é um outra história pro proximo post... Continua...
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